Depressão - sospsiquiatria.com https://sospsiquiatria.com/sos-depressao/2-uncategorised.html Fri, 17 Jan 2025 18:40:41 -0300 Joomla! - Open Source Content Management - Version 3.6.5 pt-pt contato@sospsiquiatria.com (Equipe SOSPSIQUIATRIA) Artigos https://sospsiquiatria.com/artigos-e-noticias.html https://sospsiquiatria.com/artigos-e-noticias.html aleksander@agenciadigital.org (Aleksander) Uncategorised Fri, 04 Aug 2017 23:44:56 -0300 Clínica de ECT https://sospsiquiatria.com/o-que-e-ect/clinica-de-ect.html https://sospsiquiatria.com/o-que-e-ect/clinica-de-ect.html Psiquiatria Intervencionista

Oferecemos atendimento em eletroconvulsoterapia (ECT), uma forma potente e eficiente de estimulação cerebral, para pacientes de convênios e particulares. Pessoas que necessitem de uma avaliação e orientações sobre este tratamento podem procurar nossa equipe, composta pelos Drs. Rafael Bernardon, Geraldo Machado Netto, Luiz Felipe Rigonatti e Débora Melzer (Psiquiatras).

Temos como diferencial a realização do procedimento em ambiente hospitalar, com toda a infraestrutura e segurança, que garantem tranquilidade aos pacientes e familiares. O atendimento é personalizado, respeitando as particularidades de cada um. Temos rotina de procedimentos em três locais:

  • Hospital SP PLUS, unidade da  SPDM, a mantenedora do Hospital São Paulo, hospital-escola da UNIFESP/Escola Paulista de Medicina. Localizado na rua. Borges Lagoa, 777 (somente particulares); 
  • SAHA Fleury, localizado na rua Maestro Cardrim, 407, Bela Vista, São Paulo - SP (convênios).
  • Hospital Israelita Albert Einstein Morumbi: Procedimento realizado no setor de intervenção - Bloco B, 4o andar

Temos disponibilidade de prestar atendimento no Sírio Libanês, de acordo com as necessidades dos colegas médicos e de seus pacientes. Seguimos todas as normas técnicas do Conselho Federal de Medicina e guidelines da Associação Brasileira de Psiquiatria e Associação Psiquiátrica Americana. O procedimento é indolor, sob anestesia geral, acompanhado de médico psiquiatra, médico anestesiologista e equipe de enfermagem.

Agendamentos de consulta e dúvidas:

Telefones (11) 2597-1779 e 11 94089-1694

E-mail: contato@sospsiquiatria.com

Convênios:

Planos de Saúde atendidos no Hospital SAHA (somente o procedimento de ECT - mediante autorização prévia da operadora): AMAFRESP, SAÚDE CAIXA, CASSI e BRADESCO SAÚDE, outras operadoras devem ser consultadas.

Possuímos os dois equipamentos mais modernos e utilizados no mundo, que permitem o uso de pulso ultrabreve, com menores efeitos negativos sobre a memória:

1. Mecta SpECTrum 5000Q , como o do CAISM da Santa Casa de São Paulo e do Instituto de Psiquiatria do HC FMUSP.

2. Thymatron System IV, da Somatics:

Estrutura Física para realização do Procedimento ambulatorial: Hospital SAHA.

Todos SOS Business Tower close com Business menor

       Dr. Rafael Bernardon e Dr. Luiz Rigonatti            Sala CC

 

 

]]>
dr.rafael@sospsiquiatria.com (Dr. Rafael Bernardon) Uncategorised Sat, 09 Mar 2013 13:09:28 -0300
Estimulação Transcraniana com Corrente Contínua - tDCS / ETCC https://sospsiquiatria.com/estimulacao-transcraniana.html https://sospsiquiatria.com/estimulacao-transcraniana.html O que é e para que serve a estimulação elétrica transcraniana por corrente contínua (tDCS / ETCC)?

É uma técnica de estimulação cerebral não-invasiva baseada na aplicação terapêutica de corrente elétrica contínua de baixa amperagem (1 a 3 mA), de forma a estimular ou inibir determinada região cerebral. Tem vantagens como facilidade na aplicação, pouco ou nenhum efeito colateral e portabilidade do aparelho. Para que se tenha uma ideia da intensidade, basta lembrar que o aparelho é alimentado por bateria de 9 volts e possui circuitos de segurança que garantem que a corrente não exceda os limites programados.

A popularização se deu a partir dos anos 2000, com série de estudos para tratamento da depressão, incluindo alguns nacionais, com parâmetros que se aproximaram mais dos utilizados atualmente, como corrente de 1mA e estimulação mais prolongada (Nitsche & Paulus, 2000) (Nitsche & Paulus, 2000).A maior parte dos protocolos atualmente utiliza 2 mA. Há diversos estudos nacionais e internacionais sobre o tema, especialmente no tratamento da depressão e na reabilitação neurológica (fala, motora e cognitiva após AVC/"derrame").

A técnica é focal, atingindo área determinada. Sendo um estímulo por corrente contínua, há um polo positivo + e outro negativo -. A corrente não é suficiente para desencadear potencial de ação. O tratamento modula a atividade neuronal, tornando o disparo mais provável (efeito estimulante no ânodo ou polo positivo + ) ou menos provável (efeito inibitório no cátodo ou negativo -).

Imagem1Imagem2Imagem3

fonte: Philip et al, American Journal of Psychiatry February 2017

Para que serve, quais os usos possíveis?

A técnica se popularizou, tem sido empregada em diferentes cenários. Há usos com maior evidência, e há usos experimentais, ainda em fase de pesquisa. Usos médicos em neuropsiquiatria: depressão; recuperação pós-AVC (motora, fala), dores crônicas (incluindo fibromialgia, dores de origem central, dores neuropáticas, dor de membro fantasma), esquizofrenia (montagens para alucinações auditivas e para cognição/sintomas negativos), zumbido.
Usos médicos possíveis: fissura na dependência e impulsividade (por exemplo, drogas/álcool/tabagismo), enxaqueca, transtorno obsessivo compulsivo, déficit de atenção,.

Uso não médico, ainda em estudo: melhora do desempenho cognitivo e de memória e atenção – estudantes, ”concurseiros”, vestibulandos, gamers, militares.

O equipamento Neurostim - Medsupply by Meditron

 Equipamento nacional, desenvolvido em parceria pelo Dr. Rafael Bernardon e a MedSupply, uma empresa do grupo Meditron, tradicional no mercado de equipamentos eletromédicos. O equipamento é nacional, com registro na ANVISA. É portátil e de fácil operação, sendo acessível a profissionais de saúde e pacientes, que podem fazer uso doméstico sob prescrição e supervisão.

 novo tdcs neurostimsubidainicio
A operação é bastante simples. Há duas versões de equipamento: versão standard/básica e a versão profissional. A principal diferença é que o profissional possui modo sham/placebo, e é capaz de estimular até 3mA (a versão standard estimula no máximo a 2 mA). Mais informações em www.neurostim.com.br 

 

Agendamentos de consulta e dúvidas:

Telefones (11) 2597-1779 e (11) 2122-4095

E-mail para consultas médicas: contato@sospsiquiatria.com

Contato técnico do aparelho: contato@neurostim.com.br 

]]>
dr.rafael@sospsiquiatria.com (Dr. Rafael Bernardon) Uncategorised Sat, 09 Mar 2013 13:09:28 -0300
Esquizofrenia https://sospsiquiatria.com/tratamentos/sos-esquizofrenia.html https://sospsiquiatria.com/tratamentos/sos-esquizofrenia.html A esquizofrenia é uma doença psiquiátrica do grupo das psicoses. Trata-se de um grave problema mental, causador de imensos impactos na pessoa, família e sociedade.

É caracterizada por sintomas ditos:

  • positivos, como alucinações (ouvir "vozes" e outros sons, ver vultos ou pessoas, às vezes a sensação pode até ser tátil, sempre sem o estímulo correspondente), delírios (fortes convicções, como estar sendo perseguido, envenenado, ou haver um complô contra si, dissociado da realidade e não passível de ser desconstruído pela lógica dos fatos), comportamentos desorganizados e até bizarros e discurso incoerente;
  • negativos, como isolamento social, alterações no afeto (embotamento / distanciamento), apatia, perdas cognitivas, comprometimento da vontade e da personalidade prévia.

Explicando melhor, as alucinações são alterações da percepção, como se o cérebro criasse percepções (sons, vozes, aromas, sensações tácteis, etc) sem o respectivo estímulo. No entanto, para o paciente, são reais, são percebidas como se de fato existissem. Já os delírios são alterações do pensamento e do juízo de realidade em que o doente passa a acreditar em fatos não ocorridos, como perseguições, complôs ou delírios de grandeza (exemplo: acreditar ser Jesus, ter poderes de vidência, estar perseguido pela polícia ou bandidos, ser observado, ser objeto de desejo de alguém famosos).

Esta doença afeta cerca de 1% da população e tem fortes evidências de causas genéticas. No entanto a doença é multifatorial e o ambiente funciona como desencadeante para aqueles que já têm predisposição (como uso de maconha em alguns casos). É um processo que geralmente leva a declínio social, funcional, afetivo, cognitivo e alterações no funcionamento da personalidade que serão permanentes.

Existem alguns subtipos de esquizofrenia (paranóide, hebefrênica, simples, catatônica, etc), dentro do espectro da doença, que não têm todos os sintomas.O início da doença pode ser súbito, com um surto psicótico (delírios, alucinações, agitação) ou insidioso, lento. Neste último caso, é o que chamamos de pródromo: alterações de comportamento que vão de comportamentos desorganizados, isolamento social, estranhamentos consigo mesmo, com o ambiente e as pessoas até sintomas que podem mimetizar uma depressão ou um transtorno obsessivo.

O esquizofrênico, antes de qualquer outra coisa é um ser humano. Sente as coisas como todos nós – e adoece como nós. Também tem diabetes, hipertensão, depressão, apendicite e tantas outras condições médicas. Nas crises, quando está psicótico geralmente sente medo, pavor, angústia e desconforto.

O médico faz o diagnóstico através do exame clínico. O diagnóstico é feito através da consulta psiquiátrica e exame psíquico. Não existe um exame de imagem ou de sangue que faça o diagnóstico. Não temos ainda este tipo de marcador. Seguimos critérios diagnósticos, geralmente da Classificação Internacional das Doenças em sua 10ª edição, a CID 10. O tratamento precoce e terapias associadas são fundamentais na reabilitação e inclusão!

O que pode levar uma pessoa a apresentar esquizofrenia?

A causa primária é genética, biológica, hereditária. Depois vêm os estressores ambientais, que servem como desencadeantes (como uso de cannabis em adolescentes).

Quais os tratamentos usados para tratar um esquizofrênico?

Os tratamentos dividem-se em:

1. Terapias – individual, em grupo, terapia ocupacional, hospital dia, etc

2. Tratamentos Biológicos:

Medicamentoso – com medicamentos antipsicóticos.

Eletroconvulsoterapia (ECT), em casos refratários e de difícil controle.

Os dois se completam. Modernamente, não se admite não usar medicamentos.

Outros Transtornos Psicóticos Transtorno esquizofreniforme: episódio psicótico curto, de 1 a 6 meses em sujeito previamente saudável. Não há sinais prévios de doença e geralmente não há sintomas negativos e comprometimento permanente no funcionamento. Por definição, há recuperação em até 6 meses.

Depressão ou Mania Psicótica: quando, em vigência de depressão ou mania (euforia), o doente apresenta alucinações e delírios

Transtorno esquizoafetivo: em poucas palavras e simplificando, é uma mistura de transtorno afetivo bipolar e esquizofrenia. O paciente é psicótico e tem fases de depressão e fases de euforia (mania).

]]>
dr.rafael@sospsiquiatria.com (Dr. Rafael Bernardon) Uncategorised Fri, 01 May 2009 12:42:05 -0300
Artigos Publicados https://sospsiquiatria.com/artigos-e-noticias/publicacoes.html https://sospsiquiatria.com/artigos-e-noticias/publicacoes.html RIBEIRO RB ; Rigonatti SP ; Melzer-Ribeiro, DL ; Cordeiro Q . Electroconvulsive therapy in Brazil after the "Psychiatric Reform": A Public Health Problem - Example From a University Service. The Journal of ECT, v. ahead, p. .-., 2012.

Resumos publicados em anais de congressos

RIBEIRO RB ; MELZER, D. L. ; Cordeiro Q . Morbidity and Mortality due to mental disorders in Brazil. Revista Brasileira de Psiquiatria (São Paulo. 1999. Impresso), v. 34, p. 217-220, 2012. 

Artigos aceitos para publicação

Cordeiro Q ; MORANA, H. C. P. ; RIBEIRO RB . CONSIDERAÇÕES SOBRE AS RESTRIÇÕES À COMERCIALIZAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE TESTES PARA AVALIAÇÃO PSÍQUICA. Psychiatry On-line, v. 17, p. 1, 2012.

Apresentações de Trabalho

  • RIBEIRO RB ; Cordeiro Q . Sex offenders: risk assessment, risk factors and treatment. Arquivos Médicos dos Hospitais e da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (Impresso), v. 57, p. 74-80, 2012.
  • Cordeiro Q ; RIBEIRO RB ; MORANA, H. C. P. . O INDULTO PRESIDENCIAL E A MEDIDA DE SEGURANÇA. Psychiatry On-line, v. 17, p. 12, 2012.
  • Cordeiro Q ; Rigonatti SP ; RIBEIRO RB . Normatização do uso da eletroconvulsoterapia para o tratamento de crianças e adolescentes: além dos aspectos técnicos, científicos e éticos. Arquivos Médicos dos Hospitais e da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (Impresso), v. 57, p. 92-94, 2012.
  • RIBEIRO RB ; Cordeiro Q . INDULTO PRESIDENCIAL A PACIENTES EM MEDIDA DE SEGURANÇA HOSPITALAR. Revista de Criminologia e Ciências Penitenciárias, v. 2, p. 9, 2012.
  • Cordeiro Q ; OLIVEIRA, A. M. ; RIBEIRO RB ; Rigonatti SP . Ética Médica. Revista do Curso de Direito (São Bernardo do Campo. Online), v. 8, p. 75-87, 2011.
  • RIBEIRO RB ; Cordeiro Q . Psychopathy as a developmental brain disorder: historical and modern concepts and review on biological evidence. REVISTA DE CRIMINOLOGIA E CIÊNCIAS PENITENCIÁRIAS, v. 1, p. 18, 2011.
  • Cordeiro Q ; Calderoni DM ; RIBEIRO RB. ASPECTOS BIOÉTICOS DA PESQUISA MÉDICA ENVOLVENDO DETENTOS. REVISTA DE CRIMINOLOGIA E CIÊNCIAS PENITENCIÁRIAS, v. 1, p. 41, 2011.
  • Bueno, Celso Ricardo ; Rosa, Marina O. ; Rumi, Demetrio O. ; RIBEIRO RB ; Rosa, Moacyr A. . Cardiovascular safety of the method of limits titration procedure for electroconvulsive therapy dosing: a retrospective study. Brain Stimulation, v. 4, p. 43-45, 2010.
  • RIBEIRO RB ; Martins, H.S ; dos Santos, V.A ; Khouri, M.E ; duarte, ls ; Burattini, M.N ; Cordeiro Q ; Camargo, L.M.A ; CORBETT, C. E. P. . Evaluation of Helicobacter pylory colonization by serologic test (IgG) and dyspepsia in volunteers from the countryside of Monte Negro, in the Brazilian Western Amazon region. Revista do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo (Impresso), v. 52, p. 203-206, 2010.
  • Cordeiro Q ; OLIVEIRA, A. M. ; MELZER, D. L. ; RIBEIRO RB ; Rigonatti SP . Prevenção em Saúde Mental. Revista do Curso de Direito da Universidade Metodista de São Paulo, v. 7, p. 38-53, 2010.
  • Rigonatti SP ; Boggio PS ; Myczkowski ML ; Fiquer JT ; RIBEIRO RB ; Nitsche MA ; Pascual-Leone A ; Fregni F. . Transcranial direct stimulation and fluoxetine for the treatment of depression. European Psychiatry (Paris), v. 23, p. 74-76, 2008.
  • RIBEIRO RB ; ROSA, M. A. ; Rigonatti SP . Electroconvulsive therapy and monoamine oxidase inhibitors.. Revista Brasileira de Psiquiatria (São Paulo), v. 30, p. 406-407, 2008.
  • Boggio PS ; Rigonatti SP ; RIBEIRO RB ; Myczkowski ML ; Nitsche MA ; Pascual-Leone A ; Fregni F. . A randomized, double-blind clinical trial on the efficacy of cortical direct current stimulation for the treatment of major depression.. International Journal of Neuropsychopharmacology, v. 11, p. 249-254, 2007.
  • Cordás, TA ; Tavares H ; Calderoni DM ; Stump GV ; RIBEIRO RB . Oxcarbazepine for self-mutilating bulimic patients.. International Journal of Neuropsychopharmacology (Print), v. 9, p. 769-771, 2006.
  • Cordeiro Q ; Michelon L ; RIBEIRO RB ; Kamitsuji C ; Silveira C ; Andrade LH . Triage to the identification of alcohol harmful use in the primary health care. Revista da Associação Médica Brasileira, v. 52, p. 200-201, 2006.
  • duarte, ls ; Khouri, M.E ; Martins, H.S ; dos Santos, V.A ; Burattini, M.N ; Camargo, L.M.A ; CORBETT, C. E. P. ; RIBEIRO RB . Seroprevalence of HBV and HCV in Monte Negro in the Brazilian Western Amazon Region.. Clinics (São Paulo), v. 60, p. 29-36, 2005.
  • RIBEIRO RB ; amoto neto, v . Avaliação, em modelo experimental, da possibilidade do alopurinol impedir reativação da infecção pelo Trypanosoma cruzi na vigência de imunodepressão.. Revista Brasileira de Clínica e Terapêutica, v. 26, p. 176-178, 2000.
  • GOLDBAUM, M. ; RIBEIRO RB . Prevalência de toxoplasmose, leishmaniose, doença de Chagas e enteroparasitoses em voluntários da população de Cajati, Estado de São Paulo, 1998. Revista de Medicina (FMUSP), v. 78, p. 498-511, 1999. 
  • RIBEIRO RB ; Cordeiro Q ; Vieira MEB ; Melzer-Ribeiro, DL ; Rigonatti SP . Psychiatric evaluation and risk profile of forensic patients in São Paulo State, Brazi. In: XXXIInd International Congress on Law and Mental Health, 2011, Berlin, Germany. Abstracts of the XXXIst International Congress on Law and Mental Health. Montreal: IALMH, 2011. p. 194-195.
  • Cordeiro Q ; OLIVEIRA, T. L. E. S. ; IMAJO, J. ; RIBEIRO RB ; RATTO, L. R. C. . Inpatient Psychiatric Care in a General Hospital: The Experience of the Hospital of the Penitentiary System in São Paulo, Brazi. In: XXXIInd International Congress on Law and Mental Health, 2011, Berlin, German. Abstracts of the XXXIInd International Congress on Law and Mental Health. Montreal: IALMH. p. 195-196.
  • PASCHOA, N. F. ; RIBEIRO RB . An Experimental Forensic Psychiatric Unit for Young Offenders in Brazil An Experimental Forensic Psychiatric Unit for Young Offenders in Brazil. In: XXXIInd International Congress on Law and Mental Health, 2011, Berlin, Germany. Abstracts of the XXXIInd International Congress on Law and Mental Health. Montreal: IALMH, 2011. p. 196-196.
  • Cordeiro Q ; RIBEIRO RB ; Rigonatti SP . Perfil de pacientes em medida de segurança que aguardam vagas em hospitais de custódia no Estado de São Paulo. In: I Simpósio Internacional sobre Manicômios Judiciários e Saúde Mental. In: I Simpósio Internacional sobre Manicômios Judiciários - FSP-USP e SAP-SP, 2009, São Paulo. Revista Brasileira de Crescimento e Desenvolvimento Humano, 2009., 2009. v. 19. p. 13-13.
  • Cordeiro Q ; RIBEIRO RB ; Khouri, M.E ; CORBETT, C. E. P. . Sintomas neuróticos na atenção primária à saúde nas cidades de Teotônio Vilela e São José da Tapera, interior de Alagoas. In: XXVII Congresso Brasileiro de Psiquiatria, 2009, São Paulo. XXVII Congresso Brasileiro de Psiquiatria,, 2009. p. 138-138.
  • Cordeiro Q ; Khouri, M.E ; RIBEIRO RB ; CORBETT, C. E. P. . Maior freqüência de uso abusivo de álcool e tabagismo entre pacientes do sexo masculino acompanhados na atenção primária à saúde em Serra dos Aymorés-MG. In: XXVI Congresso Brasileiro de Psiquiatria, 2008, Brasília., 2008, Brasília. Revista Brasileira de Paiquiatria, 2008. v. 30. p. 52-52.
  • Bueno, CR ; ROSA, M. O. ; RIBEIRO RB ; RIBEIRO, C.S ; RUMI, D. O. ; MARCOLIN, M. A. ; Rigonatti SP ; ROSA, M. A. . Clinical and demographic profile of patients receiving maintenance ECT in a Brazilian Service. In: Association for Convulsive Therapy 2007 Annual Meeting, 2007, San Diego. Journal of ECT- Association for Convulsive Therapy 2007 Annual Meeting, 2007. v. 23. p. 52-52.
  • Cordeiro Q ; RIBEIRO RB ; Kamitsuji C ; Andrade LH . Características do uso de álcool na atenção primária à saúde.. In: XXIII congresso Brasileiro de Psiquiatria, 2005, Belo Horizonte. XXIII congresso Brasileiro de Psiquiatria - RBP, 2005. p. 862-82.
  • Vieira MEB ; Cordeiro Q ; RIBEIRO RB ; andrade dc ; FALCONE, F.A. ; CORBETT, C. E. P. . Projeto de Implantação de atendimento psiquiátrico na atenção primária à saúde em Serra Pelada Curionópolis Pará. In: XX Congresso Brasileiro de Psiquiatria, 2002, Florianópolis. Livro de REsumos - XX Congresso Brasileiro de Psiquiatria, 2002.
  • RIBEIRO RB ; Martins, H.S ; dos Santos, V.A ; Khouri, M.E ; duarte, ls ; Burattini, M.N ; Camargo, L.M.A ; CORBETT, C. E. P. . Avaliação soro-epidemiológica da prevalência de Helicobacter Pylori e dispepsia em voluntários da população rural de região da Amazônia Ocidental. In: VI Congresso Brasileiro de Clínica Médica, 2001, curitiba. Anais do VI Congresso Brasileiro de Clínica Médica, 2001.
  • RIBEIRO RB . Scientific Excursions a model of field learning in poor communities. In: 5th Workshop on the Future of Medical Education, 1999, Ohrid. 5th Workshop on the Future of Medical Education, 1999.
  • RIBEIRO RB ; AMATO, V. . Relato Sobre a Infecção Crônica pelo Trypanosoma cruzi (cepa Y) em camundongos Swiss. In: XXXV Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, 1999. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, 1999. v. 32. p. 334. Artigos aceitos para publicação
  • SHIOZAWA, P. ; BRUNONI, A. R. ; ZANUTO, E. ; Cordeiro Q ; RIBEIRO RB . ECT de manutenção no tratamento de paciente idosa com depressão grave, refratária e recorrente: relato de caso. Revista Debates em Psiquiatria, 2013.
  • RIBEIRO RB ; Melzer-Ribeiro, DL ; Rigonatti SP ; Cordeiro Q . Availability and public policies for ECT in Brazil. The Journal of ECT, 2013. 3. RIBEIRO RB ; Cordeiro Q ; TABORDA, J. G. V. . Presidential pardon and mentally ill offenders detained in forensic hospitals. Revista Brasileira de Psiquiatria (São Paulo. 1999. Impresso), 2012. Apresentações de Trabalho
  • RIBEIRO RB ; FOTIADOU, ; Tully,J . Women in medium secure care: risk and clinical characteristics, and its relation to relapse. 2012. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
  • RIBEIRO RB ; Martins, H.S ; dos Santos, V.A ; Khouri, M.E ; duarte, ls ; Burattini, M.N ; Camargo, L.M.A ; CORBETT, C. E. P. . Avaliação soro-epidemiológica da prevalência de Helicobacter Pylori e dispepsia em voluntários da população rural de região da Amazônia Ocidental. 2001. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
  • RIBEIRO RB . Scientific Excursions a model of field learning in poor communities. 1999. (Apresentação de Trabalho/Congresso).
]]>
dr.rafael@sospsiquiatria.com (Dr. Rafael Bernardon) Uncategorised Wed, 28 Jan 2009 05:28:28 -0200
Transtorno Bipolar https://sospsiquiatria.com/tratamentos/transtorno-bipolar.html https://sospsiquiatria.com/tratamentos/transtorno-bipolar.html O transtorno afetivo bipolar é uma doença do grupo dos transtornos de humor, que inclui os transtornos depressivos. Acomete de 1 a 3% da população, com maior incidência entre parentes de primeiro grau de pessoas com depressão, esquizofrenia ou a própria bipolaridade. Antigamente conhecida como psicose maníaco-depressiva – PMD – é caracterizada por mudanças de humor (“estado de ânimo”), que ocorrem em fases. São os extremos ou polos da doença: depressão; euforia (mania, do grego).

Essas fases geralmente são bem definidas, com começo, meio e fim. No restante do tempo, a pessoa fica estável, normal. Casos mais simples podem apresentar uma ou nenhuma fase em determinado ano. Cicladores rápidos podem ter mais de 4 fases em um ano.

As fases depressivas duram a partir de 3 semanas, podendo chegar a anos. São caracterizadas por desânimo, tristeza, alterações de apetite, alterações no sono, alterações de memória e raciocínio, falta de prazer, choro fácil, melancolia, pensamentos negativos, falta de energia, queda de libido, irritabilidade, etc. Em uma visão longitudinal da doença, as fases depressivas são bem mais comuns que as maníacas ao longo da vida.

As fases de euforia duram de 5 dias em diante. São marcadas por humor eufórico e expansivo, desinibição (inadequação social), gastos excessivos, perda de sono, excesso de energia (sentir-se “elétrico”), planos e projetos megalomaníacos, dificuldades em concluir as muitas atividades iniciadas, irritabilidade, fala e pensamento acelerados, falar demais, podendo chegar a extremos de delírios de grandeza.

Mesmo não tratadas, as fases podem regredir sozinhas. Mas o tratamento é fundamental para atingir estabilidade, reduzir sofrimentos desnecessários, melhorar a qualidade de vida e diminuir as chances de cronificação, muitas vezes com prejuízos irreversíveis.

É importante destacar a diferença entre instabilidade emocional e bipolaridade. Há pessoas emocionalmente instáveis, que mudam de estado afetivo diariamente. Isso se manifesta de maneira constante, permanente, como característica da personalidade, do jeito de ser. Essas pessoas sofrem de uma alteração de personalidade, que também é tratável, mas não têm transtorno afetivo bipolar.

]]>
dr.rafael@sospsiquiatria.com (Dr. Rafael Bernardon) Uncategorised Fri, 23 Jan 2009 16:30:22 -0200
Vídeos interessantes https://sospsiquiatria.com/artigos-e-noticias/videos.html https://sospsiquiatria.com/artigos-e-noticias/videos.html O que é estimulação transcraniana por corrente contínua - ETCC / tDCS?

 

 

Quais as aplicações clínicas da estimulação transcraniana por corrente contínua - ETCC / tDCS?

 

Programa da Associação Brasileira de Psiquiatria sobre ECT:

 

Quando pensar em ECT? Dr. Bernardon

 

ECT pode causar dano cerebral? Dr. Bernardon

 

Estimulação Magnética Transcraniana

Interessante Ted Talk sobre as potencialidades da Estimulação Magnética Transcraniana

Aplicação de EMT com equipamento russo Neurosoft

Novos relatos sobre eletroconvulsoterapia (ECT):

Uma sessão de ECT na Inglaterra - simulação com ator

Emocionante depoimento do cirurgião e escritor Sherwin Nuland em um dos Ted Talks mais vistos, quando revelou que a ECT salvou sua vida na década de setenta

Omissão de Socorro (Documentário - trecho)

Abaixo, trecho do documentário de Olívio Tavares de Araújo que mostra a dura situação dos doentes mentais brasileiros após a reforma psiquiatrica. O movimento "anti-psiquiatria", no afã de humanizar o atendimento e extingüir manicômios e tratamentos tecnicamente condenáveis, deixou para trás uma horda de desassistidos. Falta tratamento e suporte. Os doentes graves vêem leitos fechados, falta de CAPS, falta de residências terapêuticas, eletroconvulsoterapia restrita. A demanda continua porque não se cura por decreto. Pelas ruas, a triste verdade: doentes mentais virando mendigos, vivendo em albergues. Os que sofrem têm a palavra.

Depoimento de mãe de paciente submetida a ECT, por quadro de depressão catatônica:

Agradecemos as gentis Magda e Marli, que deram este valioso depoimento sobre a ECT. Meu obrigado sincero pelos elogios! Segue o link abaixo:

 

 Documentário sobre o papel da ECT no tratamento dos transtornos mentais graves, com exposição do Prof. Max Fink, da Universidade Estadual de Nova Iorque, uma das maiores autoridades mundiais no assunto (em inglês):

 

Abaixo, divertido vídeo mostrando Homer Simpson fazendo ECT. Por trás, um erro grosseiro e o comum preconceito que associa a técnica a práticas de tortura. Desse jeito, apenas nos desenhos e no imaginário de algumas pessoas responsáveis pela Reforma Psiquiátrica Brasileira...

]]>
dr.rafael@sospsiquiatria.com (Dr. Rafael Bernardon) Uncategorised Sun, 29 Jun 2008 17:37:45 -0300
Perguntas e Respostas ECT https://sospsiquiatria.com/o-que-e-ect/perguntas-e-respostas-ect.html https://sospsiquiatria.com/o-que-e-ect/perguntas-e-respostas-ect.html O que é eletroconvulsoterapia?

É a aplicação de um estímulo elétrico no cérebro, sob anestesia geral e monitorização, com o objetivo de produzir uma convulsão terapêutica.

Para que serve?

Em geral é usada  como último recurso no tratamento de quadros psiquiátricos graves resistente à terapia com medicamentos (depressão, esquizofrenia, bipolaridade), psicoterapia ou a outras formas de neuromodulação. Pacientes com sintomas residuais incapacitantes também se beneficiam. Também é uma escolha em casos onde a resposta rápida é importante. É especificamente eficaz em transtornos psiquiátricos graves como mania e catatonia e em situações de elevado risco de suicídio.

São indicações possíveis:

  1. Depressão grave e refratária, bem como quadros depressivos com sintomas residuais refratários e incapacitantes;
  2. Transtorno Bipolar, mania grave com ou sem psicose;
  3. Catatonia;
  4. Situações Clínicas específicas: quadros graves de depressão com ou sem psicose em idosos, como Sd. de Cotard, quadros graves do humor ou psicóticos na gestação; Síndrome neuroléptica maligna, risco de suicídio alto e iminente;
  5. Doença de Parkinson;
  6. Epilepsia refratária.
  7. Agressividade severa e refratária nas deficiências intelectuais (autismo severo e outras formas de retardo mental grave e profundo), com comportamentos auto e heteroagressivos, que coloquem a integridade da própria pessoa e de seus familiares em risco. Em geral, se indica ECT em quadros dramáticos, que não respondam a diversas estratégias farmacológicas (inclusive combinadas, em doses efetivas) e às intervenções comportamentais. Geralmente são pacientes expostos a doses muito altas de psicofármacos e que necessitam de alguma forma de contenção física com regularidade, praticamente diária. O paciente deve ter a  indicação pelo médico assistente e avaliação pelo especialista em ECT. O procedimento só é realizado com consentimento livre e esclarecido dos pais ou responsáveis.

Como funciona?

A descarga elétrica gerada pela ECT ajuda a regular a liberação de neurotransmissores no cérebro, responsáveis pela transmissão de impulsos de informações de um neurônio para o outro. No longo prazo é capaz de ativar a plasticidade cerebral, melhorando as conexões e o funcionamento das redes neuronais.

Como é realizada?

A aplicação da ECT é feita por meio de dois eletrodos, colocados em determinados pontos do crânio, de acordo com a área que se quer estimular (em geral, bitemporal, bifrontal ou unilateral direito). O paciente é anestesiado antes do procedimento tem sua freqüência cardíaca e pressão arterial monitoradas e é assistido por equipe composta por psiquiatra, anestesista, enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem. Sempre é feita em sala de procedimentos adequada para tal, de acordo com as normas do Conselho Federal de Medicina.

Quanto tempo dura o procedimento?

O tempo total do procedimento é de cerca de 30 minutos. O paciente recebe uma anestesia de curta duração e permanece na sala de recuperação sob os cuidadosda equipe de enfermagem, até sentir-se bem. Após, recebe um lanche e já pode retornar para casa.

Quantas aplicações são necessárias?

A ECT costuma ser realizada duas ou três vezes por semana, sendo necessárias, em média, de 6 a 12 aplicações para que se atinja os resultados esperados. A freqüência e o número de aplicações são decididos em consenso entre o médico do paciente que indicou a ECT e a equipe especializada. A resposta é bastante individualizada, e depende de muitos fatores, como gravidade, tempo de doença e diagnóstico, além dos parâmetros da estimulação. Desta forma, há pessoas que demoram mais tempo para responder ao tratamento, não havendo uma regra fixa quanto ao número de sessões.

Quais os resultados?

O resultado é superior ao obtido com remédios. Enquanto a resposta ao tratamento com antidepressivo é da ordem de 60/70%, a ECT chega a 90% de resposta, mesmo recebendo pacientes mais graves e refratários. Outra vantagem é que os efeitos da ECT são mais rápidos.

Quais os efeitos colaterais?

Dor de cabeça, dor muscular (que melhora com analgésicos comuns), náuseas (também facilmente tratável) e alterações na memória, recuperada no prazo máximo de seis meses. As alterações na memória geralmente são para eventos recentes. Os equipamentos e as técnicas mais modernas permitem minimizar este efeito. Memórias mais antigas, como autobiográfica, fica preservada. Mas pode haver algum problema temporário nas atividades do cotidiano, como trabalho e estudo, que melhoram após o ciclo de tratamento. Na decisão clínica, compartilhada com o paciente, os benefícios esperados precisam ser maiores que os riscos.

Quais os riscos?

Os riscos estão relacionados à anestesia. Podemos comparar ao risco de qualquer procedimento ambulatorial, como uma lipoaspiração. As complicações graves ocorrem em 1 a cada 100.000 procedimentos. Assim, antes do início das aplicações, são realizados exames laboratoriais (hemograma, glicemia, nível sérico de potássio), eletrocardiograma, exame de fundo-de-olho ou tomografia de crânio, radiografia de tórax, avaliações cardiológica e odontológica. Isso garante a segurança do procedimento.

Para que serve a ECT de manutenção?

Pela lógica, cessa a causa, cessa o efeito. Se o paciente responde bem ao tratamento, pode ser realizada a ECT de manutenção, com periodicidade variável. Como ensina o Prof. Max Fink, da Univ. de Nova Iorque (NYU), se até aquele momento o paciente não respondeu aos medicamentos, não há nenhuma evidência de que isso magicamente ocorrerá após a ECT. É uma medida prudente, pois as recaídas são muito freqüentes nos casos graves. Não há limite para o número máximo de aplicações que uma pessoa pode receber em um esquema de manutenção. A ECT não causa dano cerebral - pelo contrário! Está demonstrado que a ECT aumenta a liberação de BDNF (fator neuro

Quais as contra-indicações?

A ECT é contra indicada em casos de infarto do miocárdio recente (até 6 meses), condições que aumentam a pressão intracraniana (tumores ou hematomas), aneurisma cerebral ou sangramentos cerebrais ("derrames"). Arritmias do coração devem ser avaliadas por um cardiologista, pois a maioria não contra-indica a utilização de ECT. Condições clínicas crônicas, como diabetes, hipertensão, doenças pulmonares e cardiológicas devem estar bem compensadas

Orientações e preparo antes do tratamento

Os agendamentos de datas e retornos devem ser bem observados.

Na data marcada, o paciente deverá:

  • Vir acompanhado por pessoa maior de 18 anos (você precisará de um acompanhante para ir embora após o procedimento!)
  • Estar em jejum, iniciado às 8h antes do horário agendado para o tratamento. Água pura (SOMENTE ÁGUA!) pode ser bebida até 4 horas antes do horário agendado para o tratamento. Pacientes que façam uso de medicação para hipertensão devem ingeri-la com pouca água (10ml), 4(quatro) horas antes da ECT. 
  • Comunicar o médico no caso de portar qualquer tipo de alergia.
  • Comunicar qualquer desconforto ou efeito colateral ocorrido na sessão anterior!
  • Discutir com o seu médico e com o médico da equipe de ECT suspensão de medicamentos anticonvulsivantes, como carbamazepina, topiramato, oxcarbazepina, lamotrigina e todos os de "tarja preta"/"calmantes" (como Rivotril, Frontal). Em geral, recomendamos não ingerir estes medicamentos no dia da ECT e limitar seu consumo na véspera, sempre a critério médico. 
  • Vir com os cabelos limpos e secos e com roupas confortáveis e abotoadas na frente.
  • Trazer roupas extras para troca, caso seja necessário.
  • Não usar esmalte (ao menos em um dedo) e maquiagem no dia do tratamento, para facilitar a observação da coloração da pele e extremidades.
  • Retirar óculos, lentes de contato, próteses auditiva e dentária móveis, grampos e adornos de cabelo, relógio, jóias ou qualquer outro objeto de metal antes do procedimento, deixando-os com o acompanhante.
]]>
dr.rafael@sospsiquiatria.com (Dr. Rafael Bernardon) Uncategorised Sun, 29 Jun 2008 17:33:35 -0300
Eletroconvulsoterapia - Clínica de ECT https://sospsiquiatria.com/o-que-e-ect.html https://sospsiquiatria.com/o-que-e-ect.html Introdução





Historicamente, a convulsoterapia (ECT), surge como tratamento em pacientes psiquiátricos em 1934 pelo médico húngaro Ladislas Joseph Von Meduna, com a da infusão de fármacos como cânfora e pentilenotetrazol, o cardiazol. Em 1937, os italianos Lucio Bini e Ugo Cerletti desenvolveram os métodos de eletroconvulsoterapia, não sendo necessário utilizar drogas excitantes do sistema nervoso central. Foi considerada pelos seus pioneiros, como o Prof. Max Fink de Nova Iorque, "a penicilina da Psiquiatria". Ao longo dos anos, a ECT desenvolveu-se tanto na técnica como na sistematização nestes 70 anos de história.

O uso de modernos aparelhos que operam a pulsos breves e ultrabreves permite o ajuste do estimulo elétrico aplicado a cada paciente, com a mesma eficácia. Ou seja, como no caso dos medicamentos, podemos ajustar a dose exata, em termos de carga elétrica (miliCoulombs), aplicando o mínimo necessário a cada pessoa. Desta forma, minimizamos os efeitos colaterais, com o mesmo efeito positivo, terapêutico.

A anestesia tornou-se obrigatória, com fármaco de curta duração e manuseio controlado, promovendo inconsciência no período pré-convulsivo, assim como relaxamento muscular parcial, evitando fraturas e dores musculares. O paciente tem o conforto de não ver ou sentir nada. E a ECT, de fato, não busca os abalos musculares, mas, como um tipo de estimulação cerebral, justamente estimular o cérebro. Este efeito secundário é dispensável (a convulsão tônico-clônica), sendo bloqueada quase totalmente pelos relaxantes musculares, como a succinil-colina.

Aparelho Thymatron IV

EEG Thymatron

Indicações

  • Transtornos afetivos graves (RISCO DE SUICÍDIO)
  • Catatonia
  • Impossibilidade ou intolerância ao uso de medicamentos (Gestação e pacientes idosos)

  • Pós síndrome neuroléptica maligna

  • Risco de suicídio

  • Psicoses refratárias

  • Boa resposta prévia a ECT

  • Parkinson

  • Casos refratários em geral



Segurança

A eletroconvulsoterapia é método bastante seguro se respeitadas todas as etapas na triagem clínica e realizada de maneira adequada. Para se ter uma ideia, a taxa de complicações graves nos serviços da Santa Casa de São Paulo (CAISM) e da USP é desprezível. Recordo-me de alguns casos que necessitaram de suporte clínico - não mais que 5 - sem óbitos. As estatísticas americanas apontam para 1 caso de complicação para cada 100.000 aplicações, taxa idêndica à das cirurgias ambulatoriais, como colocação de silicone nas mamas ou uma lipoaspiração. Os principais efeitos adversos que podem ocorrer no pós-ictal imediato são: dismnésia, confusão (delirium), cefaléia, náuseas e pico hipertesivo, todos passíveis de tratamento medicamentoso. A amnésia lacunar é comum. Não podemos desprezar os efeitos sobre a memória, o desconforto que isto pode causar; o especialista em ECT deve empreeender todos os esforços para minimizá-los, através de uso de pulsos breves e ultrabreves e posicionamento de eletrodos na região bifrontal ou unilateral no hemisfério não-dominante (em geral, à Direita - abaixo figura). Tudo isto, sempre que possível. Tardiamente, nenhum estudo neuropsicológico ou anátomo-patológico demonstra dano permanente6. A reação é muito individual e variável. Há pacientes que conseguem trabalhar no mesmo dia; outros necessitam de um dia de repouso. Da mesma forma, há muitos, uma maioria, cujo déficit de memória limita-se a fatos recentes, e é discreto; outros, uma minoria, pode ter queixas mais significativas, algo raro com as técnicas modernas atuais.

Posicionamentos comuns dos eletrodos para aplicação do estímulo:

Aparelho MECTA Spectrum e monitores

Regulamentação

A ECT é regulamentada no Brasil pela resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) de número 2057/2013, que substituiu a 1640/2002: “Art. 21. A eletroconvulsoterapia (ECT) deve ser realizada em ambiente com infraestrutura adequada de suporte à vida e a procedimentos anestésicos e de recuperação, conforme o “Manual de Vistoria e Fiscalização da Medicina no Brazil”.

Art. 22. A ECT é um ato médico; portanto, sua indicação, realização e acompanhamento são de responsabilidade dos médicos que dela participarem.

Art. 23. A ECT tem indicações precisas e específicas na literatura médica, não se tratando de terapêutica de exceção. Parágrafo único. O uso da ECT em crianças (idade inferior a 16 anos) somente deve ser feito em condições excepcionais.

Art. 24. A avaliação do estado clínico geral do paciente antes da ECT é obrigatória, em especial as condições cardiovasculares, respiratórias e neurológicas. Parágrafo único. Obriga-se o médico a observar as contraindicações formais para a aplicação da técnica.

Art. 25. A ECT só pode ser realizada com anestesia.

Art. 26. Os aparelhos de ECT devem ser máquinas modernas, registradas e certificadas pela Anvisa.

Parágrafo único: O ambiente seguro para a asministração deste procesimento está descrito no manual constante em anexo.”

Vale, no entanto, retomar o disposto na resolução anterior, no seu artigo 9º: “A eletroconvulsoterapia tem indicações precisas e específicas, não se tratando, por conseguinte, de terapêutica de exceção.


Parágrafo primeiro - Suas principais indicações são: depressão maior unipolar e bipolar; mania (em especial, episódios mistos e psicóticos); certas formas de esquizofrenia (em particular, a forma catatônica), certas formas agudas e produtivas resistentes aos neurolépticos atuais; transtorno esquizoafetivo; certas condições mentais secundárias às condições clínicas (estados confusionais e catatônicos secundários aa doenças tóxicas e metabólicas); certas formas de doença de Parkinson; pacientes que apresentam impossibilidade do uso de terapêutica psicofarmacológica.
Parágrafo segundo – O uso da eletroconvulsoterapia em crianças e adolescentes até 16 anos deverá ser evitado, salvo em condições excepcionais.”


A ECT também encontra respaldo no âmbito do CRM-SP, como mostra o texto da consulta nº 118.723/04. Portanto, trata-se de procedimento médico reconhecido nacional e internacionalmente como uma opção terapêutica em psiquiatria 4,5,6.



Avaliação inicial do paciente (pré-ECT)




  1. Eletrocardiograma;

  2. Raio-x de tórax PA e perfil;

  3. Exame de imagem cerebral, preferencialmente Ressonância Magnética, podendo ser substituída por Tomografia de crânio (6 meses de validade);

  4. Exames Laboratoriais: hemograma completo; dosagem de sódio e potássio; glicemia; uréia; creatinina; Coagulograma, enzimas hepáticas (TGO, TGP, FA, GGT), TSH/T4 livre;

  5. Avaliação odontológica; 

  6. Avaliação clínica pré-anestésica;

  7. Assinatura de Termo de Consentimento Informado pelo paciente ou seu responsável.

MECTA SPECTRUM

Cuidados

  • Suspender uso de carbonato de lítio;
  • Diminuir ao máximo as doses de anticonvulsivantes e benzodiazepínicos;
  • Informar à equipe do serviço de ECT todos os medicamentos que estão em uso;
  • Em caso de uso de IMAO (inibidores da monoaminoxidase), cuidado redobrado na necessidade de informar todos os médicos (psiquiatra e anestesista);
  • Retirar próteses dentárias;
  • Vir acompanhado

Contra-indicações

Absolutas: processos expansivos intra-cerebrais, coagulopatias, AVC ou IAM recentes, Insuficiência Cardíaca ou Hipertensão Arterial descompensada.

Onde Buscar este tratamento?

www.clinicaect.com

Se você teve este tratamento indicado e não consegue achá-lo na rede pública,responda à nossa pesquisa: 

Referências



  1. Berlim MT, Turecki G. (2007) Definition, assessment, and staging of treatment-resistant refractory major depression: a review of current concepts and methods. Can J Psychiatry 52(1),46-54.
  2. Lewis, L & Hoofnagle, L. (2003) Treatment-resistant depression: the patient perspective. Biol. Psychiatry 53,635-639.
  3. Synopsis of Psychiatry, Kaplan & Sadock, 10ª Edição, 2007.
  4. Tharyan P, Adams CE. Electroconvulsive therapy for schizophrenia (Cochrane Review). In: The Cochrane Library, Issue 2, 2007. Oxford: Update Software.
  5. Rigoatti SP et al. Eletroconvulsoterapia. 1ª Edição, 2004.
  6. Abrams R, Electroconvulsive Therapy. 4th Edition, 2002.
  7.  Gates JR, Dhuna A, Pascual-Leone A. Lack of pathologic changes in human temporal lobes after transcranial magnetic stimulation. Epilepsia, v. 33, p. 504-8, 1992.
  8. Nahas Z, DeBrux C, Chandler V, Lorberbaum JP, Speer AM, Molloy MA, Liberatos C, Risch SC, George MS. Lack of significant changes on magnetic resonance scans before and after 2 weeks of daily left prefrontal repetitive transcranial magnetic stimulation for depression. J ECT Dec 16(4):380-90,2000.
  9. Lisanby SH, Schlaepfer TE, Fisch HU. Magnetic seizure induction for the treatment of major depression. Arch Gen Psychiatry 58:303-5, 2001.
  10. Tess, A. V. and G. W. Smetana (2009). "Medical Evaluation of Patients Undergoing Electroconvulsive Therapy." New England Journal of Medicine 360(14): 1437-1444.
  11. SHIOZAWA, P. ; BRUNONI, A. R. ; ZANUTO, E. ; Cordeiro Q ; RIBEIRO RB . ECT de manutenção no tratamento de paciente idosa com depressão grave, refratária e recorrente: relato de caso. Revista Debates em Psiquiatria, v. 3, p. 46-49, 2013.
  12.  Mercêdes Jurema O Alves. Eletroconvulsoterapia – Introdução, Histórico, Definição, Indicações e Contraindicações. Revista Debates em Psiquiatria, Jan/Fev 2011, p 24-27. Disponível aqui
  13. ANTUNES, Paula Barros et al . Eletroconvulsoterapia na depressão maior: aspectos atuais. Rev. Bras. Psiquiatr., São Paulo , v. 31, supl. 1, May 2009 . Available from http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-44462009000500005&lng=en&nrm=iso
  14. MOSER, Carolina Meira; LOBATO, Maria Inês and BELMONTE-DE-ABREU, Paulo. Evidências da eficácia da eletroconvulsoterapia na prática psiquiátrica. Rev. psiquiatr. Rio Gd. Sul [online]. 2005, vol.27, n.3 [cited 2014-07-27], pp. 302-310 . Available from: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-81082005000300009&lng=en&nrm=iso  
  15. SALLEH, Mohamed Abou; PAPAKOSTAS, Ioannis; ZERVAS, Ioannis and CHRISTODOULOU, George. Eletroconvulsoterapia: critérios e recomendações da Associação Mundial de Psiquiatria. Rev. psiquiatr. clín. [online]. 2006, vol.33, n.5 [cited 2014-07-27], pp. 262-267 . Available from: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-60832006000500006&lng=en&nrm=iso
]]>
dr.rafael@sospsiquiatria.com (Dr. Rafael Bernardon) Uncategorised Sun, 29 Jun 2008 16:50:09 -0300
Links https://sospsiquiatria.com/sos-depressao/2-uncategorised/18-links.html https://sospsiquiatria.com/sos-depressao/2-uncategorised/18-links.html Revista de Criminologia e Ciências Penitenciárias

"Revista Criminologia e Ciências Penitenciárias" do Conselho Penitenciário do Estado de São Paulo tem um novo portal, com dois números disponíveis e o terceiro previsto para março/2012:

 

www.procrim.org/revista

Demências

           Parte de interessante site dedicado ao envelhecimento, criado pelo Dr. Thiago de Oliveira Mônaco, que gentilmente autorizou a divulgação.

 

  Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo  


 

 

 

Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo 

 

 

 

 

 

Instituto de Psiquiatria do HC-FMUSP 

 

 

 

 

Associação Brasileira de Psiquiatria

Associação de Portadores de Síndrome de Tourette, Tiques e Transtorno Obsessivo Compulsivo

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE FAMILIARES, AMIGOS E PORTADORES DE TRANSTORNOS AFETIVOS - ABRATA

 

Narcóticos Anônimos

 

Alcoólicos Anônimos 

 

]]>
dr.rafael@sospsiquiatria.com (Dr. Rafael Bernardon) Uncategorised Sun, 29 Jun 2008 04:44:41 -0300